As plantas já enxertadas são etiquetadas com um certificado, de pureza e garantia sanitária, obrigatório em toda a União Europeia.sexta-feira, 7 de setembro de 2007
Cepas com pedigree
As plantas já enxertadas são etiquetadas com um certificado, de pureza e garantia sanitária, obrigatório em toda a União Europeia.- A etiqueta laranja corresponde a material standard de proveniência conhecida e que foi objecto de selecção massal por visualização externa de pureza varietal e sanitária.
- A etiqueta azul corresponde a material certificado obtido por selecção clonal a partir de um viveiro de plantas base.
No material certificado é obrigatório indicar o número do clone que foi registado em um organismo internacional depois de um complexo processo de certificação, além da identificação do viveirista.
A importância do uso de material certificado tem a ver com a preocupação de evitar a propagação de vírus por via vegetativa.
Os clones foram selecionados ao longo dos anos por um trabalho apurado da comunidade científica em função de determinados objectivos.
Infelizmente, nos dias da feira semanal em Chaves, continua a comercializar-se material de origem desconhecida com os perigos de propagação perpétua de determinados vírus e doenças das videiras.
O tempo de fazer como meu avô me ensinou já passou. As próprias Adegas Cooperativas que tem "pés para andar" já há muito tempo vem dando instruções precisas aos seus associados!
Em Chaves, nesta matéria, também é um deserto de ideias... ( salvo raras excepções, óbviamente); mais uma razão para aquele meu amigo voltar a dizer que "Chaves não é terra de vinhas"!
quinta-feira, 6 de setembro de 2007
Dois livros sobre as Vinhas de Portugal
Uma obra ilustrada sobre as 16 castas portuguesas que estão na moda!
O autor é Richard Mayson, professor na Wine and Spirit Education Trust and Leith´s Scholl of Food and Wine - London.
Membro da Confraria de Vinho do Porto e apaixonado pelas vinhas portuguesas.
Duas obras muito interessantes, para não especialistas e bloguistas como nós; para quem gosta de saber algo mais sobre a vinha para além da simples notícia do jornal.
quarta-feira, 5 de setembro de 2007
Duas das cinco melhores
Estas castas são agora autorizadas e recomendadas para elaboração dos VQPRD de Chaves.
Ampelografia das duas Tourigas
Com uma folha áspera parecida com a Touriga Franca mas perfeitamente identificável pelos vários recortes.
terça-feira, 4 de setembro de 2007
Uma bastardeira com mais de 80 anos!
Inconfundível folha redonda, característica da Bastardeira, a cepa que toda a gente conhece!Na próxima época de enxertia vai ser clonada!
A casta Bastardo era a cepa raínha em Chaves e muito apreciada no Douro; dá muito álcool e os vinhos que tinham muito Bastardo davam muito grau.
Actualmente tem vindo a ser substituída pela cepas da moda - Tourigas e Tinta Roriz.
Ampelografia das videiras
sexta-feira, 31 de agosto de 2007
Chaves não é terra de vinhas !
O mais comum dos mortais é capaz de fazer esta afirmação, e alimentar este mito que se criou nas últimas décadas.
Cabe-nos a nós, flavienses amigos da vinha, "matar" o mito e diagnosticar os males de que enferma a cultura da vinha em terras de Aquae Flaviae.
Cabe-nos a nós, flavienses amigos da vinha, "matar" o mito e diagnosticar os males de que enferma a cultura da vinha em terras de Aquae Flaviae.
Citando a fonte : Instituto da Vinha e do Vinho - Segundo alguns investigadores, a cultura da vinha na região de Trás-os-Montes remonta ao tempo dos romanos.Os solos, de feição planáltica, são formados predominantemente por xistos pré-câmbricos e arcaicos, com algumas manchas graníticas e, numa pequena área, manchas calcárias, de gneisses e aluvião.
Se já os romanos plantavam vinhas em Aquae Flaviae, a cultura da vinha não é uma novidade em fase experimemtal.
Geadas primaveris tardias e o equinócio de Setembro não acontecem só em Chaves.
O maior problema na cultura da vinha e que pode justificar a afirmação de Chaves não é terra de vinhas, está relacionado com a divisao da propriedade rural em courelas de reduzida dimensão que invibializa logo á partida qualquer projecto de exploração com rentabilidade assegurada.
O segundo problema prende-se com a desorganização das vinhas velhas onde coabitam uma grande quantidade de castas misturadas "tudo ao molho"... e os donos da vinha nem sequer sabem os nomes das castas..
Resolvidos estes dois problemas, só temos vantagens:
Temos ladeiras com muito sol, temos solos com qualidade para produzir bom vinho.
Há meia dúzia de meses tive a felicidade de visitar uma vinha na Ribeira de Oura na freguesia de Arcossó.
Uma vinha de quarenta oito mil cepas, é concerteza a "vinha top model " do concelho de Chaves.
Quem visita a vinha e se interessa por viticultura tem a oportunidade de tomar contacto com as mais modernas técnicas da cultura da vinha e conhecer as castas da moda.
Todos aqueles que já tiveram a sorte, de subir os degraus da adega da quinta e de provar um branco de Arcossó ou um tinto reserva de Tourigas, acabaram convencidos de que afinal em Chaves também se produz vinho de altíssima qualidade.
Quem visita a vinha e se interessa por viticultura tem a oportunidade de tomar contacto com as mais modernas técnicas da cultura da vinha e conhecer as castas da moda.
Todos aqueles que já tiveram a sorte, de subir os degraus da adega da quinta e de provar um branco de Arcossó ou um tinto reserva de Tourigas, acabaram convencidos de que afinal em Chaves também se produz vinho de altíssima qualidade.
O meu amigo Amilcar Salgado, um jovem viticultor com a escola do "Novo Mundo ", está de parabéns pelo trabalho já realizado e pelos ensinamentos que vem transmitindo a todos aqueles que se interessam por estas coisas; por todas estas razões merece hoje o destaque no Blog Vinhas de Chaves.
quinta-feira, 30 de agosto de 2007
As novas plantações do Oeste
Na rota dos Vinhos do Oeste
Que exagero senhora Touriga!
Trata-se de uma planta enxertada que vive, na borda de um quintal de Sanjurge - Chaves, no meio de feijões e tomateiros.
Como choveu há dois dias e a planta é nova ( tem as raízes muito superficiais ) as uvas estão inchadas.
Um exemplo do que não se deve fazer; o excesso de produção não dá qualidade ao vinho!
quarta-feira, 29 de agosto de 2007
Uma cepa generosa
sexta-feira, 24 de agosto de 2007
sábado, 4 de agosto de 2007
Mobilização total do solo
A distância entre bardos deve permitir a fácil circulação de tractores e suas alfaias, mas já volta a ser polémica a densidade de plantação e a sua relação com a qualidade dos vinhos.
Tubos de crescimento
Tubo de crescimento aplicado sobre vara de enxertia tradicional
Os tubos de crescimento são mini-estufas que aceleram o crescimento das plantas em determinadas condições de temperatura e humidade.
Em condições climáticas adversas, como as de Chaves, ( altas temperaturas e seca extrema ) os ensaios por nós realizados conduziram a resultados desfavoráveis que aconselham a sua não utilização em plantações sem sistema de rega.
Acima de determinada temperatura pára o crescimento da planta e em certos casos pode até secar a planta.
Este modelo de tubos de crescimento tem umas janelas de ventilação para reduzir o efeito de estufa, contudo nas medições de temperatura efectuadas no interior do tubo obtivemos valores desfavoráveis ao normal desenvolvimento das plantas.
sexta-feira, 3 de agosto de 2007
Desponta mecanizada de videiras
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